Porque julgamos pertinente que todos, incluindo Encarregados de Educação e atletas, sejam informados, vimos por este meio dar conhecimento que eu Nelson Oliveira e o José Carlos Magalhães, deixamos a Coordenação Técnica do Futebol de Iniciação do Clube.
Quando decidimos aceitar o desafio e apresentar um projecto, fizemo-lo convictos que poderiamos ser úteis ao Clube, primeiro nos escalões de base e depois quiça alargar o modelo a toda a formação.
Por outro lado definimos objectivos claros.
O primordial era garantir duas Equipas de Infantis e ainda se possível mais uma equipa de Escolas (que não foi possível pelo facto do campo de 7 não ter ficado pronto a tempo).
Depois:
1- Harmonizar e dar uma sequência lógica ao trabalho que é realizado todos os dias nas 3 equipas (Duas de Infantis e uma de escolas). Para tal foi criado um modelo de jogo único (embora cada treinador esteja livre de fazer algumas alterações) e sobretudo pretendeu-se uma filosofia semelhante de treino, um treino a pensar no amanha e não exclusivamente no agora.
2- Em segundo lugar, e porque era essa a intenção do Clube, apontamos a sermos clube de referência (em termos de cidade) no escalão de Infantis e Escolas. Ou seja, encurtarmos as distâncias que se haviam verificado nos últimos anos para alguns outros Clubes de Gaia, assumindo, sem obsessões ou pensamentos meramente de resultado desportivo, a vontade, o desejo, de liderarmos a “tabela” das equipas da cidade.
3- Em terceiro lugar procuramos dotar a equipa com mais e melhores atletas, sem contudo faze-lo a qualquer custo e menosprezando os atletas da própria localidade.
Como balanço daquilo que foi conseguido de Julho até cá:
Julgo que as 3 equipas fazem hoje um trabalho, ao nível do treino, harmonizado e com objectivos muito claros.
Ao contrário do que foi o passado recente do Clube, o SC Coimbrões apresenta-se á data, no futebol de iniciação, como Clube referência de Vila Nova de Gaia.
É líder em Escolas, lidera também os Clubes de Gaia no Distrital de Infantis A, sendo que para estas contas não fazemos referência á equipa B de Infantis, pois a mesma está a fazer um trabalho pensado exclusivamente para que os miúdos pudessem ficar no Clube (sem lugar a dispensas portanto) e também para garantir que os mesmos possam evoluir em competição, para no próximo ano apontarem a objectivos ambiciosos (tal como aconteceu com esta mesma geração em Escolas).
Portanto, se é verdade que nunca pressionamos os treinadores para obter determinados resultados ou para colocar os mesmos acima de tudo o resto, conclui-se no entanto que o SC Coimbrões é actualmente o Clube de referência no Futebol de Iniciação em termos de cidade de Gaia.
Por último, foi possível dotar as equipas com alguns valores de futuro para o Clube. Ou seja, após um trabalho de prospecção local, fomos capazes de cativar o interesse de alguns jogadores talentosos. É verdade que não conseguimos todos os que tentamos, mas também não integramos novos jogadores a qualquer custo. Respeitamos todos os jogadores que já eram da casa e não se realizaram dispensas de jogadores do Clube para entrarem outros de fora, mesmo que isso tenha custado a perda de alguns valores que poderiam encaixar muito bem no Clube.
Por último e pegando no exemplo flagrante dos Escolas, não nos limitamos (em conjunto com as equipas técnicas) a conceber as equipas a pensar no hoje sem pensar no amanha. Todos os atletas, independentemente da idade, que achamos que poderiam integrar desde já as equipas de competição, foram integrados e têm tido preciosos minutos. É portanto com algum orgulho que vemos nos Escolinhas vários jogadores nascidos em 2000 e 2001 a jogarem muitos minutos e que garantem ao Clube não só uma equipa competente e talentosa para o presente, mas também uma equipa talentosa para futuro, não se correndo o risco de cairmos num vazio como chegou a pensar-se no final da época passada no escalão de Escolas.
Julgo, portanto, que mesmo com as limitações naturais de um Clube com a dimensão do SC Coimbrões, foi possível dar passos firmes em frente e garantir que da base podem surgir boas gerações de jogadores para o Clube.
Para além de tudo isto, houve o cuidado de aproveitar a “prata da casa” e chega a ser bastante interessante verificar que uma esmagadora maioria dos jogadores Escolas e Infantis do Clube começaram a dar os primeiros chutos na bola na Futjovem.
Significa pois que o talento existe em Coimbrões e que com mais organização e com mais vontade de todos, é possível colocar o Coimbrões num patamar que já não conhecia á mt tempo.
Apesar deste balanço positivo e depois de muito pensar, nós, coordenadores, sentimos que não estavam reunidas as condições para darmos continuidade ao Projecto que apresentamos.
Os motivos não serão divulgados, pois seria de mau tom, mas sentimos que neste momento não poderiamos garantir aquilo que apresentamos como projecto e portanto não faria sentido dar continuidade a algo, sem sentirmos que todas as condições estavam reunidos para termos exito!
Fica o árduo de trabalho de 4 meses, as imensas horas gastas, o muito gosto com que tomamos cada decisão e esperemos ter contribuído para que o Coimbrões rume definitivamente a outros horizontes nos seus escalões de formação!
A nossa demissão não significa contudo um abandono de tudo aquilo que tem sido feito.
Felizmente algo que fica destes 4 meses é o espírito de “família” que se vive entre as equipas técnicas das diferentes equipas do Futebol de Iniciação do Clube.
Fique quem ficar no Clube, ocupe-se o cargo que se ocupar, estaremos sempre cá uns para os outros, pois a amizade irá prevalecer para sempre.
Quando decidimos aceitar o desafio e apresentar um projecto, fizemo-lo convictos que poderiamos ser úteis ao Clube, primeiro nos escalões de base e depois quiça alargar o modelo a toda a formação.
Por outro lado definimos objectivos claros.
O primordial era garantir duas Equipas de Infantis e ainda se possível mais uma equipa de Escolas (que não foi possível pelo facto do campo de 7 não ter ficado pronto a tempo).
Depois:
1- Harmonizar e dar uma sequência lógica ao trabalho que é realizado todos os dias nas 3 equipas (Duas de Infantis e uma de escolas). Para tal foi criado um modelo de jogo único (embora cada treinador esteja livre de fazer algumas alterações) e sobretudo pretendeu-se uma filosofia semelhante de treino, um treino a pensar no amanha e não exclusivamente no agora.
2- Em segundo lugar, e porque era essa a intenção do Clube, apontamos a sermos clube de referência (em termos de cidade) no escalão de Infantis e Escolas. Ou seja, encurtarmos as distâncias que se haviam verificado nos últimos anos para alguns outros Clubes de Gaia, assumindo, sem obsessões ou pensamentos meramente de resultado desportivo, a vontade, o desejo, de liderarmos a “tabela” das equipas da cidade.
3- Em terceiro lugar procuramos dotar a equipa com mais e melhores atletas, sem contudo faze-lo a qualquer custo e menosprezando os atletas da própria localidade.
Como balanço daquilo que foi conseguido de Julho até cá:
Julgo que as 3 equipas fazem hoje um trabalho, ao nível do treino, harmonizado e com objectivos muito claros.
Ao contrário do que foi o passado recente do Clube, o SC Coimbrões apresenta-se á data, no futebol de iniciação, como Clube referência de Vila Nova de Gaia.
É líder em Escolas, lidera também os Clubes de Gaia no Distrital de Infantis A, sendo que para estas contas não fazemos referência á equipa B de Infantis, pois a mesma está a fazer um trabalho pensado exclusivamente para que os miúdos pudessem ficar no Clube (sem lugar a dispensas portanto) e também para garantir que os mesmos possam evoluir em competição, para no próximo ano apontarem a objectivos ambiciosos (tal como aconteceu com esta mesma geração em Escolas).
Portanto, se é verdade que nunca pressionamos os treinadores para obter determinados resultados ou para colocar os mesmos acima de tudo o resto, conclui-se no entanto que o SC Coimbrões é actualmente o Clube de referência no Futebol de Iniciação em termos de cidade de Gaia.
Por último, foi possível dotar as equipas com alguns valores de futuro para o Clube. Ou seja, após um trabalho de prospecção local, fomos capazes de cativar o interesse de alguns jogadores talentosos. É verdade que não conseguimos todos os que tentamos, mas também não integramos novos jogadores a qualquer custo. Respeitamos todos os jogadores que já eram da casa e não se realizaram dispensas de jogadores do Clube para entrarem outros de fora, mesmo que isso tenha custado a perda de alguns valores que poderiam encaixar muito bem no Clube.
Por último e pegando no exemplo flagrante dos Escolas, não nos limitamos (em conjunto com as equipas técnicas) a conceber as equipas a pensar no hoje sem pensar no amanha. Todos os atletas, independentemente da idade, que achamos que poderiam integrar desde já as equipas de competição, foram integrados e têm tido preciosos minutos. É portanto com algum orgulho que vemos nos Escolinhas vários jogadores nascidos em 2000 e 2001 a jogarem muitos minutos e que garantem ao Clube não só uma equipa competente e talentosa para o presente, mas também uma equipa talentosa para futuro, não se correndo o risco de cairmos num vazio como chegou a pensar-se no final da época passada no escalão de Escolas.
Julgo, portanto, que mesmo com as limitações naturais de um Clube com a dimensão do SC Coimbrões, foi possível dar passos firmes em frente e garantir que da base podem surgir boas gerações de jogadores para o Clube.
Para além de tudo isto, houve o cuidado de aproveitar a “prata da casa” e chega a ser bastante interessante verificar que uma esmagadora maioria dos jogadores Escolas e Infantis do Clube começaram a dar os primeiros chutos na bola na Futjovem.
Significa pois que o talento existe em Coimbrões e que com mais organização e com mais vontade de todos, é possível colocar o Coimbrões num patamar que já não conhecia á mt tempo.
Apesar deste balanço positivo e depois de muito pensar, nós, coordenadores, sentimos que não estavam reunidas as condições para darmos continuidade ao Projecto que apresentamos.
Os motivos não serão divulgados, pois seria de mau tom, mas sentimos que neste momento não poderiamos garantir aquilo que apresentamos como projecto e portanto não faria sentido dar continuidade a algo, sem sentirmos que todas as condições estavam reunidos para termos exito!
Fica o árduo de trabalho de 4 meses, as imensas horas gastas, o muito gosto com que tomamos cada decisão e esperemos ter contribuído para que o Coimbrões rume definitivamente a outros horizontes nos seus escalões de formação!
A nossa demissão não significa contudo um abandono de tudo aquilo que tem sido feito.
Felizmente algo que fica destes 4 meses é o espírito de “família” que se vive entre as equipas técnicas das diferentes equipas do Futebol de Iniciação do Clube.
Fique quem ficar no Clube, ocupe-se o cargo que se ocupar, estaremos sempre cá uns para os outros, pois a amizade irá prevalecer para sempre.
Cumprimentos
Nelson Oliveira
Sem comentários:
Enviar um comentário